Antes, a definição (mais pelos artistas, não pelos discos):
Guns'n'Roses - Appetite for Destruction
Secos e Molhados - Secos e Molhados
Michael Jackson - Dangerous
Legião Urbana - Dois
Deadmau5 - Random Album Title.
Mutantes - Tecnicolor
Katy Perry - One of the Boys
Aerosmith - Get a Grip
Novos Baianos - Acabou Chorare
Incubus - Make Yourself
Silverchair - Neon Ballroom
MCR - The Black Parade
The Beatles - Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band
Edguy - Theater of Salvation
Sesto Sento - Como Together
O Teatro Mágico - Segundo Ato
Muse - Black Holes and Revelations
The Killers - Day & Age
Justice - Cross*
Sei que estou atrasado. Deveria ter escrito esse texto há, no mínimo, dois anos. Mas talvez essa seja a oportunidade para me redimir de um de meus pecados mais “tradicionais”: o preconceito musical que há, no mínimo, dois anos deixou de existir quase que por completo. É para se pensar na influência que as pessoas têm sobre as outras! É muito difícil alguém decidir por si só que começará uma empreitada musical a fim de encontrar as mais belas e raras e únicas canções existentes, sem levar em consideração fatores comerciais e sociais (por exemplo, para se encaixar num grupo de amigos, num meio qualquer).
Como (futuro) jornalista eu sinto que é quase uma obrigação ter a mente aberta, principalmente às artes. E com certeza isso acontece comigo. Antes de dizer algo sobre certo artigo cultural, procuro me rechear de argumentos para colocar o objeto em questão numa escala entre o desprezo e a adoração. Geralmente fica no meio termo! Há tempos atrás eu não escutava nada além dos radio-rocks e os obscuríssimos (em alguns casos) roquepauleiras. Talvez não por escolha, mas por uma questão de criação, de acomodação, de uma certa preguiça (aquele pensamento “ah, eu me divirto com isso, PRA QUÊ VOU PERDER MEU TEMPO E PROCURAR OUTRAS COISAS?”). Mas, claro, não vivemos num casulo, não podemos esperar conviver sempre com as mesmas pessoas. Mudamos sempre, em ciclos infinitos até a morte, e a soma do aprendizado desses ciclos é o que nos define de certa hora em diante.
E para certos seres humanos sensíveis, a música tem um papel especial, um leading role, por assim dizer. E é matemática pura: quando convivemos 10 anos com as mesmas pessoas, nada de muuuito diferente pode aparecer. Quando começamos a enxergar o mundo como uma coisa gigantesca que realmente é, e passamos a conhecer uma pessoa por dia, a situação muda consideravelmente. Imagine o caso: “galera que curte rock” um dia não sai, pois alguém está com dor de barriga. Então a opção é sair com a “galera que curte eletrônica”, e a paixão do apreciador nasce novamente. Então, depois de diversas noitadas inigualáveis, a “galera da MPB” convida-o para um café! E isso se amontoa no interior da pessoa até que a “galera do metal” renova seus contatos e o gosto musical também ganha nova roupagem. Importante ressaltar que nada é deixado de lado, apenas vai se acrescentando. E, repetindo, é isso o que nos define.
Como (futuro) jornalista eu sinto que é quase uma obrigação ter a mente aberta, principalmente às artes. E com certeza isso acontece comigo. Antes de dizer algo sobre certo artigo cultural, procuro me rechear de argumentos para colocar o objeto em questão numa escala entre o desprezo e a adoração. Geralmente fica no meio termo! Há tempos atrás eu não escutava nada além dos radio-rocks e os obscuríssimos (em alguns casos) roquepauleiras. Talvez não por escolha, mas por uma questão de criação, de acomodação, de uma certa preguiça (aquele pensamento “ah, eu me divirto com isso, PRA QUÊ VOU PERDER MEU TEMPO E PROCURAR OUTRAS COISAS?”). Mas, claro, não vivemos num casulo, não podemos esperar conviver sempre com as mesmas pessoas. Mudamos sempre, em ciclos infinitos até a morte, e a soma do aprendizado desses ciclos é o que nos define de certa hora em diante.
E para certos seres humanos sensíveis, a música tem um papel especial, um leading role, por assim dizer. E é matemática pura: quando convivemos 10 anos com as mesmas pessoas, nada de muuuito diferente pode aparecer. Quando começamos a enxergar o mundo como uma coisa gigantesca que realmente é, e passamos a conhecer uma pessoa por dia, a situação muda consideravelmente. Imagine o caso: “galera que curte rock” um dia não sai, pois alguém está com dor de barriga. Então a opção é sair com a “galera que curte eletrônica”, e a paixão do apreciador nasce novamente. Então, depois de diversas noitadas inigualáveis, a “galera da MPB” convida-o para um café! E isso se amontoa no interior da pessoa até que a “galera do metal” renova seus contatos e o gosto musical também ganha nova roupagem. Importante ressaltar que nada é deixado de lado, apenas vai se acrescentando. E, repetindo, é isso o que nos define.





